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Stael Laboissiere Ulhoa
Brasília (DF)
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Comentários
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Stael Laboissiere Ulhoa
Comentário ·
há 8 anos
Dez motivos pelos quais a revolução tecnológica na área jurídica é caminho sem volta
Jota Info
·
há 8 anos
As máquinas só são um problema para quem não se capacita. Elas sempre precisarão de quem as programe e opere. As profissões não se extinguem, elas apenas se adaptam.
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Stael Laboissiere Ulhoa
Comentário ·
há 9 anos
Deu a louca no STJ: permitido que regime inicial seja mais grave que o da pena aplicada
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Consta do voto o seguinte: "Na hipótese, a Corte estadual invocou concretamente as circunstâncias do delito para justificar o regime prisional fechado, em consonância com a jurisprudência deste Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. Foi indicada a concreta gravidade do crime (praticado contra mulher, grávida de 4 meses, valendo-se das relações domésticas, mediante meio cruel e motivo fútil, inclusive na presença do filho de 4 anos da vítima e mediante" roleta russa ")."
E vocês acham que o regime mais gravoso não está fundamentado?
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Stael Laboissiere Ulhoa
Comentário ·
há 10 anos
“De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”
Beatriz Galindo
·
há 10 anos
A decisão do STJ é absolutamente correta. Sustentar que o julgador deve responder a TODAS as questões suscitadas pelas parte independentemente da sua pertinência ou da sua capacidade de infirmar a decisão recorrida, significa dizer que o julgador deve responder a qualquer argumento estapafúrdio que por ventura seja suscitado pela parte e, asseguro, são muitos os argumentos absolutamente irrelevantes ou divorciados do conteúdo da controvérsia.
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Shankar Cabus
Comentário ·
há 9 anos
[Enquete] Você é a favor da legalização da maconha?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 9 anos
Sou suspeito para opinar, não por consumir ou não, mas por achar que o Estado não deva interferir na vida privada dos indivíduos e por ver incoerência nos argumentos de proibição, seja em discussão sobre maconha ou sobre aborto, casamento gay, tatuagem, traje ou qualquer outra exigência que obrigue os indivíduos a se tornarem coletivos. Sou a favor da liberação de tudo que só diz respeito à intimidade das pessoas. Até porque, na intimidade, todo mundo faz o que quer, como já é hoje, mas de forma "clandestina".
Tudo que é diferente da gente, merece morrer (ou nem ter existido). Esse pensamento guia a grande maioria dos debates sociais. São pessoas de um grupo A, que não querem ou gostam de fazer uma determinada coisa X, querendo proibir outras pessoas de um grupo B a fazerem essa coisa X. Sendo que, as pessoas do grupo B não afetariam em nada as pessoas do grupo A, caso fizessem essa coisa X. Então o que as pessoas A tem a ver com a intimidade as pessoas B?
Agora, focando na proibição da maconha, essa é uma herança puramente histórica e cultural. De acordo com nossa história, definimos os padrões de aceitação. Mas num mundo globalizado e multicultural, impor uma cultura é uma forma censura. Isso é interferência.
Então não vou entrar no mérito da diminuição do tráfico ou arrecadação de impostos ou tratamentos de saúde ou diminuição do consumo (como ocorreu em Portugal com a discriminalização). Vou falar apenas sobre o direito de fazer com meu corpo o que eu bem entender, desde que não faça mal ao próximo. Porque esse argumento de "estou pensando no seu bem" não funciona quando somos consumidores de algo que nos faz mal e também mata: picanha, coca-cola, chocolate, cigarro, cerveja, maionese. Isso é incoerência.
Se cada pessoa se preocupasse em fazer sua parte e menos nas escolhas dos outros, viveríamos em paz, cada um na sua. Então falta é tolerância com quem pensa de forma diferente da gente. Aliás... falta mais amor e menos hipocrisia mesmo.
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Renan Cbr
Comentário ·
há 9 anos
Prisão, coisa do passado
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Interessante, mas qual seria a saída para 'reeducar' os criminosos? Criticar um sistema sem oferecer qualquer alternativa me parece muito fácil...
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Luiz Flávio Gomes
Artigo ·
há 10 anos
Pelo fim do foro “privilegiado”. Criação de uma Vara Especializada (excelente ideia do ministro Barroso)
Síntese do artigo 1) A eliminação do chamado foro “privilegiado” constitui uma das microrrevoluções jurídicas urgentíssimas de que o Brasil necessita (é aristocrático, viola a igualdade e favorece a...
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